Laser Vaginal e Radiofrequência: Tudo sobre estes procedimentos!

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Neste artigo vamos abordar um tema que vem se tornando cada vez mais comuns em consultórios de ginecologia e dermatologia: tratamentos com Laser Vaginal e radiofrequência. Você vai saber o que é e como funcionam estes procedimentos e, também, quais as principais indicações.

Além da questão estética, esses tratamentos visam a correção de problemas que podem gerar desconforto, com foco na melhoria da qualidade de vida das mulheres. Além disso, você vai aprender também sobre as doenças ou anormalidades que podem ser tratadas através do uso de Laser Vaginal e Radiofrequência.

Então, em resumo, os procedimentos supracitados tratam da saúde íntima da mulher. Continue conosco nas próximas linhas e entenda o assunto de forma geral. Conheça também os benefícios do Laser Vaginal e do tratamento com Radiofrequência.

O que é e como funciona?

O Laser Vaginal estimula a produção de colágeno e a regeneração de tecidos. Já o tratamento com radiofrequência tem a função de aquecer as regiões de mucosa, contraindo as fibras e aumentando a vascularização da região.

Um dos problemas mais comuns tratados com estas técnicas é a atrofia urogenital, que surge alguns anos após a chegada da menopausa. Por isso, o uso do termo “rejuvenescimento vaginal”. Os sintomas da atrofia genital, causada pela redução das taxas hormonais, costumam aparecer em cerca de 60% das mulheres desta faixa etária, em média, 4 anos após o início da menopausa. (link)

Como são feitos os tratamentos?

O Laser Vaginal é uma técnica moderna, liberada pela Anvisa. Geralmente, são necessárias 3 sessões, uma a cada mês, onde a mulher já apresenta excelentes resultados. São usados anestésicos locais.

A terapia de radiofrequência microablativa tem resultados bastante similares e é usada da mesma forma, com anestésicos locais e causando um desconforto mínimo durante as sessões.

A taxa de satisfação entre as mulheres é de cerca de 85% das mulheres. Alguns efeitos colaterais podem existir, como dores no início da terapia, mas apresentam melhoras.

A necessidade de refazer o tratamento pode surgir de 6 a 18 meses, variando em cada caso individualmente. Podem ser realizadas algumas sessões de manutenção, de acordo com a necessidade.

Os tratamentos utilizam aparelhos especiais. A seguir, veremos mais sobre as principais indicações para estes tratamentos. Ao longo do artigo, você vai conferindo mais benefícios!

Laser Vaginal e Radiofrequência – Principais Indicações

De acordo com a Febrasgo – Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia, vários procedimentos com foco na estética têm sido ofertados. Segundo a Federação, o padrão de beleza da genitália é bastante variável e depende de muitos fatores individuais.

A entidade ainda ressalta que a resposta sexual feminina depende, da mesma forma, de uma série de fatores individuais, como o psicológico, biológico, fatores culturais etc. Sendo assim, a Febrasgo não recomenda o marketing destes procedimentos com foco na estética e com promessas de perfeição ou de 100% de melhora da vida sexual da paciente.

Por isso, recomenda, com base nos estudos do American College of Obstetricians and Gynecologists – ACOG, que existam condições específicas para a indicação e realização de cirurgias íntimas. Fala, ainda, sobre os tratamentos de Laser Vaginal e Radiofrequência, ressaltando os benefícios para a saúde da mulher e não com finalidade estética ou de melhora sexual.

Um dos principais problemas, a atrofia vaginal, como vimos, ocorre após a redução da produção hormonal devido ao avanço da idade da mulher ou em decorrência de tratamentos contra alguns tipos de cânceres ginecológicos. A mucosa da vagina fica mais frágil, ressecada, irritável e com mais exposição a traumas.

A redução de colágeno está presente nestes casos, sendo tratada com o Laser Vaginal.

1. Cirurgia de vagina/vulva (atrofia urogenital)

As indicações para a cirurgia de vagina/vulva são:

  • Atrofia genital (atrofia vaginal);
  • Anomalias nos pequenos lábios que causam desconforto;
  • Alterações genitais por gravidez ou lesão obstétrica;
  • Frouxidão vaginal pós-parto.

2. Incontinência urinária

A incontinência urinária acontece em decorrência redução da capacidade de contração da musculatura local. Nestes casos, o tratamento mais indicado é a radiofrequência que, como vimos, vasculariza a região e contrai as fibras, diminuindo a frouxidão.

3. Plástica de enrugamento de vulva

O aumento dos grandes lábios é uma queixa comum, mas a perda de volume na região, causando flacidez e enrugamento, acontece ainda mais vezes.

“As técnicas de laser e eletrocirurgia há estudos que mostram o estímulo de proliferação da mucosa, consequentemente aumentam o número de células que contém glicogênio, o que torna o pH vaginal ácido, restaurando a flora vaginal, aumentando a lubrificação e a vascularização da vagina, e auxílio na proliferação de novo colágeno; pode trazer maior conforto na relação sexual.”

Fonte: Febrasgo

4. Retirada de condiloma de vulva/vagina

Os condilomas ou verrugas genitais surgem em decorrência de uma infecção gerada pelo vírus HPV (papilomavírus humano). O HPV é uma doença sexualmente transmissível e os condilomas são popularmente conhecidos como crista-de-galo ou figueira.

A retirada das verrugas pode ser feita com laser vaginal, bem como através da utilização de outras técnicas como a cauterização com bisturi elétrico ou a crioterapia, “queimando” a verruga com nitrogênio líquido.

Outras doenças que apresentam melhora com os tratamentos de laser e radiofrequência são o vaginismo, disfunções sexuais orgânicas, entre outras. Podemos destacar também o papel de tratamento alternativo que essas terapias possuem em contraponto à reposição hormonal.

Em casos de câncer de mama, por exemplo, onde é preciso bloquear os hormônios femininos, a alternativa é o tratamento com laser vaginal ou radiofrequência.

Então, agende uma consulta e converse com a especialista para descobrir qual desses tratamentos pode se adequar melhor ao seu caso.

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